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Motorista de aplicativo é preso suspeito de estuprar passageira em Guarujá

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PCPor Paula Cardoso•26 de agosto de 2026•Fontes: G1

Um motorista de aplicativo de 51 anos foi preso em flagrante suspeito de estuprar uma passageira de 18 anos durante uma corrida em Guarujá, no litoral de São Paulo, na madrugada de terça-feira (25). Segundo a Polícia Civil, a vítima foi encontrada nua e chorando no banco traseiro do veículo do motorista, de acordo com reportagem do G1.

De acordo com as investigações, a jovem havia saído de uma adega com uma amiga, que solicitou a corrida por aplicativo com duas paradas. A amiga desembarcou primeiro, e a vítima seguiu sozinha com o motorista rumo à sua casa. Durante o trajeto, ela enviou mensagens à amiga dizendo estar assustada com o comportamento do homem, segundo relato do delegado titular da Delegacia Sede de Guarujá, Glaucus Vinícius Silva, à TV Tribuna, afiliada da Globo e citado pelo G1.

A amiga acompanhava o trajeto pelo aplicativo e, ao perceber que a vítima havia parado de responder e que o carro estava parado havia bastante tempo em local diferente do destino combinado, acionou a Polícia Militar. Os policiais localizaram o veículo estacionado na Rua Silvio Daige, no bairro Tejereba, e encontraram a vítima nua e chorando no banco de trás, relatando ter sido estuprada pelo motorista. Segundo o relato à polícia, o homem teria tomado o celular da passageira e a estuprado mediante violência e intimidação.

A identidade do motorista não foi divulgada pela corporação, o que impediu localizar sua defesa até a divulgação da reportagem original. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o suspeito foi preso em flagrante por estupro e levado à Delegacia Sede de Guarujá, onde ficou à disposição da Justiça. A Polícia Civil afirmou que a vítima recebeu atendimento médico e passou por exames periciais, incluindo coleta de material biológico para confronto genético, e que o celular do motorista foi apreendido.

O que diz a Uber

Em nota reproduzida pelo G1, a Uber classificou o caso como "inaceitável" e afirmou defender que as mulheres "têm o direito de ir e vir da maneira que quiserem" com segurança. A empresa disse que o motorista teve a conta desativada da plataforma assim que tomou conhecimento do episódio e que está colaborando com as autoridades. Segundo a nota, a viagem contava com seguro e a vítima tem acesso a um canal de suporte psicológico mantido em parceria com a ONG Me Too Brasil.

Este relato se baseia até o momento em uma única fonte jornalística, o G1, que citou diretamente a Polícia Civil, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e a Uber. Não há, por ora, informações sobre eventual defesa do motorista preso.

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